Réveillon no Trocadéro
Mostrando postagens com marcador frança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador frança. Mostrar todas as postagens
1 de janeiro de 2010
30 de dezembro de 2009
Queijos
Queijo é uma das coisas que eu mais gosto, desde bem pequeno. Mesmo no Brasil, onde a variedade não é muito grande, sempre comi com muito gosto um bom queijo do reino, um requeijão de Minas ou um queijo coalho - esse descobri já um pouco mais velho, com meus vinte anos, na casa de um amigo em Natal.
Charles de Gaulle uma vez perguntou, referindo-se à França: "Como é possível governar um país que tem duzentos e quarenta e seis tipos de queijo?" Eu não tenho a resposta, mas posso dizer que eu e o Somerfildo temos experimentado vários queijos franceses, para alem dos bem conhecidos (mas não menos gostosos) brie, camembert e roqcquefort. Pode ser difícil governar a França, ou mesmo gerenciar as chamadas "denominações de origem controlada" - que são cerca de 40 - mas comê-los é bem fácil!
Mesmo sem adentrar o mundo dos queijos frescos, artesanais, que é imenso, só entre os produtos pasteurizados, "industriais", a quantidade e a qualidade são grandes. Falaremos de alguns deles.
Pont l'évêque
O Pont l'évêque é um dos queijos mais antigos fabricados na região da Normandia. Embora seja fabricado desde o século XIII (era conhecido como Angelot), deve o seu nome atual à cidade de Pont l'évêque, no departamento de Calvados.
Seu formato é quadrado, é feito de leite de vaca, e possui uma crosta esbranquiçada. É bem macio e tem um sabor peculiar, que é realçado quando o queijo é apreciado na temperatura ambiente.
16 de abril de 2009
Maurice Druon (1918-2009)

foto: SIPA Press / NY Times
Morreu ontem aos 90 anos o escritor francês Maurice Druon. Autor do hino da resistência francesa contra os nazistas - o "Chant des Partisans" -, era visto pela esquerda como símbolo do conservadorismo da velha França.
Druon foi por duas décadas presidente da Academia Francesa, Ministro da Cultura e era um ferrenho defensor da língua. Era um crítico do francês coloquial do atual presidente Sarkozy (isso, aquele que fala "chui" ao invés de "je suis", nos seus arroubos de populismo linguístico), e das mudanças políticamente corretas na língua - como o uso de "Madame la Ministre" ao invés do linguisticamente correto "Madame le Ministre".
Abaixo, a letra do "Chant des partisans".
Ami, entends-tu le vol noir des corbeaux sur nos plaines ?
Ami, entends-tu les cris sourds du pays qu'on enchaîne ?
Ohé, partisans, ouvriers et paysans, c'est l'alarme.
Ce soir l'ennemi connaîtra le prix du sang et les larmes.
Montez de la mine, descendez des collines, camarades !
Sortez de la paille les fusils, la mitraille, les grenades.
Ohé, les tueurs à la balle et au couteau, tuez vite !
Ohé, saboteur, attention à ton fardeau : dynamite...
C'est nous qui brisons les barreaux des prisons pour nos frères.
La haine à nos trousses et la faim qui nous pousse, la misère.
Il y a des pays où les gens au creux des lits font des rèves.
Ici, nous, vois-tu, nous on marche et nous on tue, nous on crève...
Ici chacun sait ce qu'il veut, ce qu'il fait quand il passe.
Ami, si tu tombes un ami sort de l'ombre à ta place.
Demain du sang noir sèchera au grand soleil sur les routes.
Chantez, compagnons, dans la nuit la Liberté nous écoute...
Ami, entends-tu ces cris sourds du pays qu'on enchaîne ?
Ami, entends-tu le vol noir des corbeaux sur nos plaines ?
http://www.dailymotion.com
Assinar:
Postagens (Atom)
